Levanta-te! http://levanta-te.net "Coragem! Levanta-te! Ele te chama!" (Marcos 10,49) Sat, 09 Jun 2018 01:36:17 +0000 pt-BR hourly 1 Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 8 (final) http://levanta-te.net/igreja/tratado-do-purgatorio-de-santa-catarina-de-genova-parte-8-final/ Fri, 08 Jun 2018 17:53:47 +0000 http://levanta-te.net/?p=1661 Sofrimento espontâneo e alegre das almas purgantes. Eu vejo que aquelas almas que estão no purgatório, estão em vista de duas operações distintas. A primeira é que padecem voluntariamente aquelas penas, parecendo-lhes ver que Deus teve para com... Read More

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 8 (final) apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório

Sofrimento espontâneo e alegre das almas purgantes.

Eu vejo que aquelas almas que estão no purgatório, estão em vista de duas operações distintas. A primeira é que padecem voluntariamente aquelas penas, parecendo-lhes ver que Deus teve para com elas grande misericórdia, pois assim é em consideração daquelas outras que mereceram, conhecendo a importância do pecado aos olhos de Deus. Porque se a sua bondade não temperasse a justiça com a misericórdia (satisfazendo-a com o precioso Sangue de Jesus Cristo), um só pecado mereceria mil infernos perpétuos.

Por isso essas almas padecem aquela pena tão voluntariamente que não queriam livrar-se dela nem em um momento, sabendo que é justíssimamente merecida, e bem ordenada que está, porque sua vontade se refere, não se queixam de Deus, sentindo-se como se estivesse na vida eterna.

A outra operação que eu dizia é aquele contentamento que sentem vendo a perfeita ordenação de Deus que com tanto amor e misericórdia opera com as almas.

Estes dois pontos de vista em um só instante os imprime Deus naquelas mentes, que como estão em graça, a entendem e compreendem assim, cada uma segundo a sua capacidade. E isto é que lhes dá tanto contentamento e alegria; o qual nunca lhes falta, mas vai crescendo cada vez mais conforme se vão aproximando de Deus.

Mas as almas não veem tudo isto em si mesmas, nem por si próprias, senão em Deus, no qual estão muito mais inteiradas ou adentradas que naquelas penas que padecem; pois deste entendimento divino fazem sua preferência com poder comparar com nada. Já que por pouca vista que se chegue a gozo que o homem nem sequer pode compreender; sem que isto queira dizer que este excesso reste na alma nenhuma centelha do gozo ou da pena.

 

A santa conclui a sua doutrina sobre as almas do purgatório, fazendo-lhes aplicação do que ela experimenta em sua alma.

Esta forma purgativa que eu vejo nas almas do purgatório, a sinto também em mim mesma, em meu entendimento; sobretudo, a contar desde uns dois anos. E cada dia que passa o sinto e vejo com maior claridade.

Vejo que a minha alma está em meu corpo como no purgatório, tão conforme e semelhante ao verdadeiro purgatório como pode ser na medida em que o corpo podia suportar sem morrer, padecer, que pouco a pouco, vira a chegar até a mote.

Vejo o meu espírito afastar-se de todas as coisas, inclusive aquelas espirituais com as que pudesse nutrir-se e reconfortar-se melhor: como lhe sucederia com a alegria, com a deleitação ou consolação, vejo, não obstante, que vai perdendo de tal modo o gosto de todas as coisas, sejam temporais ou espirituais, e que o sejam pela vontade, pelo entendimento ou a memória, que não posso dizer sequer que me contente de uma coisa mais que de outra.

Encontra-se assim meu ânimo interiormente tão assediado que, de todas aquelas coisas que refrigeram a vida espiritual ou corporal, se sente pouco a pouco e completamente vazio. Mas depois que as perdeu é quando conhece que eram coisas com as que pude aparentar-se e confortar-se, e, contudo, sucede que, ao mesmo tempo em que aborrece tanto que as deixa perder sem nenhum reparo.

E isto é assim porque o espírito tem aquele instinto de elevar-se sobre toda coisa impeditiva de sua perfeição, e com tanta crueldade manifesta, que quase chegaria a jogar-se no inferno para atingir seu desejo. E, por isso vai cortando de si todas aquelas coisas de que o homem interior se apacenta e conforma; e o assedia tão sutilmente com isto que não pode deixar passar sequer um mínimo de imperfeição que não seja ao ponto de aborrecê-la.

Enquanto se refere ao exterior, como o espírito não lhe corresponde nem sustenta, se acha o corpo todavia mais assediado, pois não encontra coisa sobre a terra que possa confortar-lhe em seu instinto humano.

Não lhe fica mais consolo que Deus, o qual, se opera tudo isto com tanto amor e com tão grande misericórdia, o faz para a satisfação de sua justiça.

O considerar tudo isto dá a alma grande paz e contentamento, sem que isto diminua por isso a pena nem o assédio; ainda que tampouco lhe possa aumentar tanto a pena como para que chegasse a alma a querer sair daquela ordenação divina.

Não sai a alma dessa prisão, nem tampouco o quer, nem tenta, tal que espera nela e que Deus faz todo aquilo que seja necessário. Mas contentamento está em que Deus esteja satisfeito e não caberia maior pena para mim que a de sair da ordenação divina, que vejo tão justa e plena de misericórdia.

Todas essas coisas que digo, as vejo e as toco; mas não posso encontrar palavras suficientes para expressá-las; para dizer com elas tudo o que quero.

Mas o que disse é o que sinto que há dentro de mim espiritualmente; e por isso o digo.

A prisão que parece que me encontro é o mundo, ao que o corpo me acorrenta. E a alma iluminada pela graça, é a que ao reconhecer a importância de encontrar-se assim retida ou atrasada por este impedimento para conseguir seu fim próprio em Deus, sofre com isso tanta pena, que sofre assim por causa, de sua própria delicadeza.

É que a alma também recebe de Deus, por graça, certa dignidade que a faz semelhante a Deus; pois assim é como Deus a faz consigo uma mesma coisa: por participação de sua bondade. E como é impossível que a Deus lhe suceda alguma pena, assim lhe sucede às almas quando a Ele se aproximam; e quanto mais se aproxima, tanto mais recebem e participam desta propriedade divina.

Por isso o retardamento em que se encontra causa a alma tão intolerável pena; porque a pena e o atraso a separam daquela propriedade que ela tem; que é a de sua própria natureza e que pela graça lhe é mostrada: pois o não poder alcançar a Deus sentindo-se capaz para Ele, lhe dá esta pena, que é tão grande como é sua estima mesma de Deus, já que esta estima é tanto maior quanto mais o conhece, e tanto mais consegue conhecê-lo quanto mais se acha sem pecado; pois o entendimento resulta, e então, mais terrível, ao recolher-se a alma em Deus que sem impedimento algum de erro conhece.

Do mesmo modo que o homem que prefere morrer do que ofender a Deus sente a morte e lhe causa sofrimento, mas a luz de Deus o incendeia de modo que chega a estimar mais aquela hora divina que a sua morte corporal, assim a alma, ao conhecer a ordenação divina, estima mais aquela ordenação que todos os tormentos interiores ou exteriores por terríveis que possam ser-lhe: e isto simplesmente porque Deus, que é o que faz tudo isso, excede a tudo o que se possa sentir ou imaginar.

E acontece que como Deus, por pouco que dê à alma, a ocupa tão por inteiro de si que já de outra coisa não pode preocupar-se sequer, com isto a alma perde toda outra propriedade sua, e já não vê nem fala, nem conhece dano nem pena que possam ser-lhes próprios. Pois tudo isto como foi dito, a alma o compreende no último momento, em um só instante, ao deixar esta vida.

Finalmente, e por conclusão, entendemos que Deus o faz perder ao homem tudo aquilo que só era seu pelo pecado e que o purgatório o purifica.

Extraído do livro O Purgatório – o que a Igreja ensina, do Prof. Felipe Aquino, 7ª edição. – Lorena: Editora Cléofas, 2010.

>>Voltar ao Índice<<

 

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 8 (final) apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 7 http://levanta-te.net/igreja/tratado-do-purgatorio-de-santa-catarina-de-genova-parte-7/ Thu, 07 Jun 2018 00:18:47 +0000 http://levanta-te.net/?p=1647   As almas purgantes não podem merecer. De como está disposta a sua vontade a respeito das obras que se oferecem neste mundo para seu sufrágio. Se as almas do purgatório pudessem purgar-se por contrição, em um só... Read More

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 7 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório

 

As almas purgantes não podem merecer.

De como está disposta a sua vontade a respeito das obras que se oferecem neste mundo para seu sufrágio.

Se as almas do purgatório pudessem purgar-se por contrição, em um só instante pagariam toda a sua dívida; porque um fogoso ímpeto de contrição as arrebataria por inteiro. E sucederia isto assim, por aquele claro entendimento que têm, então, as almas da importância do que lhes impede e estorva, não deixando-as alcançar seu fim e o amor de Deus.

Mas podeis estar certos que do pagamento que têm de dar aquelas almas, nem o mais mínimo se perdoa; porque assim foi estabelecido pela Justiça Divina. E isto, enquanto se refere a Deus; pois, pelo que se refere às almas , estas já não têm afeição própria e não podem ver outra coisa senão o que Deus quer; nem de outro modo podem querer, senão como foi assim estabelecido.

E se alguma esmola se faz por elas neste mundo que diminua o tempo de sua pena, elas não podem voltar-se com afeto para olhá-la se não é tanto que aquela justíssima balança da vontade divina se pague com ele como a sua infinita vontade se faça: pois em tudo isto não podem fazer outra coisa que deixar a Deus fazer o que Ele queira.

Porque se pudessem as almas voltar-se a olhar para aquelas esmolas que se lhes fazem, saindo-se desta divina vontade, seria este ato próprio seu, que as apartaria imediatamente da vista divina, o qual seria para elas tanto quanto um inferno.

Por isso estão essas almas aquietadas, imóveis, entregues a tudo o que Deus lhe dá, tanto de prazer e contentamento como de pena, pois nunca mais podem voltar-se para si mesmas, já que de tal modo estão transformadas intimamente na vontade de Deus que só se contentam em todo com aquela ordenação santíssima sua.

 

As almas querem a sua perfeita purificação.

Se alguma alma pudesse apresentar-se à visão de Deus conservando nela, porém, algo, por muito pouco que fosse, de impureza que não houvesse purificado, se sentiria terrivelmente injuriada com isto, padecendo, então, por isso uma paixão e pena muito maior que a de dez purgatórios juntos.

Porque aquela pura bondade e suma justiça não poderia suportá-la em sua presença, o que é inconsciência impossível por parte de Deus.

Pois aquela alma que visse que Deus não está plenamente satisfeito com ela, porém, ainda que a faltasse um só abrir e fechar de olhos de purificação, lhe seria isto tão intolerável que para arrancar-se de si aquela miséria, se lançaria de boa vontade em mil infernos, se pudesse, antes que sentir-se diante da presença divina não purificada de tudo.

 

Exortações e reprimendas aos vivos.

E assim, alma bem-aventurada, vendo a essa luz divina todas essas coisas aqui ditas, digo:

Tenho vontade de gritar, me dá vontade de lançar um grito tão forte que assuste com ele todos os homens que andam sobre a terra para dizer-lhes: Oh! Miseráveis! Porque os deixais levar por este mundo, desprezando aquela importante necessidade em que os encontrareis ao ponto de chegar a hora da morte sem que haja tomado para isto previsão alguma?

Todos estais sob a esperança da misericórdia de Deus, a qual dizeis que é tão grandíssima; mas não vês que, precisamente por sê-lo tanto, por ser tanta bondade de Deus, se levantará contra vós no juízo, já que haveis vivido contra a vontade de um Senhor tão bom?

Pois por esta bondade é porque deverias obrigar-te a cumprir totalmente a Sua vontade, não abandonando, pelo contrário, a esperança enquanto fazes o mal: porque sua justiça não pode faltar-nos tampouco, sendo necessário que de algum modo se satisfaça plenamente.

Não te confies mais dizendo: eu me confessarei e obterei logo a indulgência plenária; e estarei, então, purificado de todos os meus pecados e assim poderei salvar-me.

Pensa que aquela confissão e contrição que dizes, a qual é necessária para ganhar uma indulgência plenária, é coisa tão difícil de obter que se soubesse estremeceria de medo; pois estaria muito mais seguro de não tê-la que de podê-la conseguir.

Extraído do livro O Purgatório – o que a Igreja ensina, do Prof. Felipe Aquino, 7ª edição. – Lorena: Editora Cléofas, 2010.

>>Voltar ao Índice<<

 

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 7 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Quando virá, Senhor – Música de Natal http://levanta-te.net/musicas/quando-vira-senhor-musica-de-natal/ Fri, 22 Dec 2017 01:37:31 +0000 http://levanta-te.net/?p=1621   Quando virá, Senhor, o dia em que apareça o Salvador e se efetue a profecia: “Nasceu do mundo o Redentor”? Orvalhai lá do alto, ó céus E as nuvens chovam o Justo. Aquele dia prometido, a antiga... Read More

O post Quando virá, Senhor – Música de Natal apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Quando virá Senhor

Virgem Maria com o Menino Jesus recém-nascido

 

Quando virá, Senhor, o dia
em que apareça o Salvador
e se efetue a profecia:
“Nasceu do mundo o Redentor”?

Orvalhai lá do alto, ó céus
E as nuvens chovam o Justo.

Aquele dia prometido,
a antiga fé de nossos pais,
dia em que o mal será banido,
mudando em risos nossos ais!

Orvalhai lá do alto, ó céus
E as nuvens chovam o Justo.

Quando, felizes o veremos,
no firmamento despontar
e a espargir clarões supremos,
da Terra as trevas dispersar?

Orvalhai lá do alto, ó céus
E as nuvens chovam o Justo.

Filha de reis, ó virgem pura,
sai da modesta posição.
Em ti, embora criatura,
de Deus se fez a encarnação!

Orvalhai lá do alto, ó céus
E as nuvens chovam o Justo.

 

Ouça esta belíssima música de Natal:

 

O post Quando virá, Senhor – Música de Natal apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 6 http://levanta-te.net/igreja/tratado-do-purgatorio-de-santa-catarina-de-genova-parte-6/ Mon, 13 Nov 2017 00:00:30 +0000 http://levanta-te.net/?p=1488       Ardente desejo que têm as almas de transformar-se em Deus e sabedoria de Deus ao ocultar-lhe suas imperfeições A alma foi criada com todas aquelas condições de bondade que lhe capacitam para alcançar a perfeição, vivendo... Read More

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 6 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
    Tratado do Purgatório

 

Ardente desejo que têm as almas de transformar-se em Deus e sabedoria de Deus ao ocultar-lhe suas imperfeições

A alma foi criada com todas aquelas condições de bondade que lhe capacitam para alcançar a perfeição, vivendo é claro, como Deus teria ordenado, sem contaminar-se de mancha de pecado algum.

Mas, ao contaminar-se pelo pecado original, perdeu a alma seus dons e suas graças, e ficando morta, não pode, então, ressuscitar senão com a vontade de Deus. E quando foi ressuscitada pelo Batismo, fica, porém, aquela má inclinação primeira que a empurra e conduz (se ela não lhe faz resistência) ao pecado atual, pelo qual se morre de novo.

Deus, porém, volta, todavia, a ressuscitá-la por meio de outra graça especial, porque a alma ficou tão entorpecida que para para voltá-la de novo a seu primeiro estado, tal como foi criada por Deus, sem as quais nunca poderia retornar.

Quando a alma se encontra em caminho de volta a aquele seu primeiro estado, tanto é o ardor que sente por dever-se transformar em Deus, que este é, então, seu purgatório.

E não porque ela possa ver o purgatório como tal purgatório, senão porque aquele instinto de subir para Deus sentindo-se impedida para ele, é o que se lhe faz, deste modo, o purgatório.

Mas é este último ato de amor que se opera, então, sem o homem: porque se encontra na alma tantas imperfeições ocultas, que se as visse, viveria a alma desesperada; e assim, neste último estado, se vão consumindo todas elas misteriosamente.

Somente quando foram todas consumidas, Deus o mostra à alma; para que ela veja aquela operação divina que lhe causou o fogo de amor consumindo todas as imperfeições que havia sido consumida nela.

 

Alegria e dor das almas purgantes

Deveis saber que todo aquele que julga o homem de si mesmo como perfeição, diante de Deus é defeito. por isso todo aquele que faz do homem uma aparência de perfeição, tanto no que vê, como no que sente, ou no que entende, ou no que quer, e até no que recorda, se não reconhece que é de Deus e não todo seu, com todo ele se contamina e entorpece.

Porque devendo ser todas aquelas obras perfeitas, é necessário que para sê-lo se operem em nós e sem nós, ou seja, sem nós como agentes principais delas; assim, deste modo, é necessário que a obra de Deus se faça por Deus sem que o homem a faça primeiro.

Estas são aquelas obras que Deus faz na última atuação do amor puro e nítido; porque as faz por si só sem mérito nenhum nosso. E essas obras são tão penetrantes e inflamam tanto a alma, que o corpo, que está ao redor, parece consumir-se de tal modo como se estivesse dentro de um grande fogo: porque este fogo não lhe abandonará, então, jamais até a morte.

É verdade que o amor de Deus assim refletido na alma (segundo o vejo) dá a alma um tão grande contentamento que não se pode sequer expressar; mas esta alegria das almas que estão no purgatório não lhes diminui nem uma centelha sequer da pena.

Porque é aquele mesmo impedimento do amor o que lhe faz maior a sua pena; e tanto esta pena se vai aumentando nelas, conforme é maior a perfeição de amor de que Deus faz capaz.

E assim, as almas do purgatório têm tão grande alegria como grandíssima pena, que uma coisa não impede a outra.

Extraído do livro O Purgatório – o que a Igreja ensina, do Prof. Felipe Aquino, 7ª edição. – Lorena: Editora Cléofas, 2010.

>>Voltar ao Índice<<

 

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 6 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Oração do Relógio da Paixão de Cristo http://levanta-te.net/oracoes/oracao-do-relogio-da-paixao-de-cristo/ Thu, 26 Oct 2017 13:04:05 +0000 http://levanta-te.net/?p=1513 A oração do Relógio da Paixão de Cristo nos faz lembrar, ao longo das 24 horas do dia, os sentimentos que Jesus Cristo suportou na Sua Paixão. Este poderia ter sido o relógio dos acontecimentos da Paixão de... Read More

O post Oração do Relógio da Paixão de Cristo apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Relógio da Paixão de Cristo

A oração do Relógio da Paixão de Cristo nos faz lembrar, ao longo das 24 horas do dia, os sentimentos que Jesus Cristo suportou na Sua Paixão. Este poderia ter sido o relógio dos acontecimentos da Paixão de Cristo, Nosso Senhor, conforme os relatos dos Evangelhos nos são apresentados.

 

Oferecimento

Eterno Pai, eu Vos ofereço todas as reparações de Jesus durante esta hora tão cheia de merecimentos, na qual… (citar o tema da hora indicada abaixo), e uno-me, o quanto me é possível, às santas intenções que animavam então a sua Alma adorável, querendo que tudo em mim, até os menores movimentos, se dirija, por Ele e com Ele, para a Vossa maior glória, para a minha própria salvação e a do mundo inteiro.

 

Horas da noite

19h00 – Jesus lava os pés de seus discípulos

20h00 – Jesus, na última ceia, institui a Santíssima Eucaristia.

21h00 – Jesus ora no Jardim das Oliveiras

22h00 – Jesus entra em agonia e sua sangue

23h00 – Jesus recebe o beijo do traidor Judas

Meia-noite – Jesus é apresentado ao Sumo Sacerdote

01h00 – Jesus é acusado por falsas testemunhas, Sua face adorável é coberta de escarros

02h00 – Jesus é negado por Pedro

03h00 – Jesus, na prisão, é coberto de maus tratos

04h00 – Jesus na prisão

05h00 – Jesus na prisão

06h00 – Jesus é apresentado ao tribunal de Pilatos

 

Horas do dia

07h00 – Jesus é desprezado por Herodes

08h00 – Jesus é flagelado

09h00 – Jesus é coroado de espinhos

10h00 – Jesus é posposto a Barrabás e condenado a morte

11h00 – Jesus beija a Cruz e a carrega por amor a nós

Meio-dia – Jesus é despojado de suas vestes e pregado na Cruz

13h00 – Jesus perdoa ao bom ladrão

14h00 – Jesus nos entrega Maria por mãe

15h00 – Jesus morre na Cruz

16h00 – O coração de Jesus é transpassado por uma lança

17h00 – Jesus é deposto da Cruz e colocado no colo de Maria

18h00 – Jesus é sepultado

 

Monjas Passionistas, Caixa Postal 607 – 13560-970, São Carlos – SP, Brasil – Tel.: (16) 3371-9603.

 

O post Oração do Relógio da Paixão de Cristo apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 5 http://levanta-te.net/igreja/tratado-do-purgatorio-de-santa-catarina-de-genova-parte-5/ Wed, 30 Aug 2017 11:28:10 +0000 http://levanta-te.net/?p=1464   O amor de Deus que atrai a si as almas santas e o impedimento que essas encontram no pecado, gera a pena do purgatório. Considero que há tão grande conformidade entre Deus e a alma, que quando... Read More

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 5 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Purgatório

 

O amor de Deus que atrai a si as almas santas e o impedimento que essas encontram no pecado, gera a pena do purgatório.

Considero que há tão grande conformidade entre Deus e a alma, que quando a alma vê Deus naquela pureza em que a criara, a atrai de certo modo a si com tão ardente amor que bastaria para aniquilá-la se não fosse imortal.

E faz a alma estar transformada tanto em seu Deus, que já não vê ser outra coisa senão Deus; o qual continuamente a vai atraindo e incendiando, não abandonando-a jamais, até havê-la conduzido a aquele ser seu de onde saiu; isto é aquela pura nitidez em que foi criada.

Quando a alma, vendo-se a si mesma interiormente, se sente assim atraída com tão amoroso fogo para Deus, então por aquele calor mesmo do amor ardente a seu doce Senhor e Deus, que percebe em seu entendimento, toda ela se sente como se liquidar e fundir.

E vendo depois a luz divina; e vendo nela como Deus não cessa nunca de atraí-la e conduzi-la amorosamente à inteireza de sua perfeição, com tanta e tão contínua previsão e cuidado; e que isto só por puro amor o faz; e vendo-se a alma pelo impedimento do pecado entorpecida para seguir aquela atração de Deus, aquela meta unitiva que Deus lhe oferece para atraí-la a si; e vendo também quanto lhe significa o estar, todavia, tão atrasada que não pode ver a luz divina, mostrando a ele aquele outro instinto da alma que quisera ser livre e sem impedimento algum para seguir aquela busca unitiva de Deus: digo, que o ver todas essas coisas juntas é o que gera nas almas a pena que sofrem no purgatório.

E não é só isto a dizer que sinta sobre toda aquela pena que padecem por isso (ainda sendo, como é, grandíssima), porque o que sentem mais todavia é a oposição em que ainda se encontram contra a vontade de Deus, a qual veem já tão claramente inflamado de um forte e puro amor para elas.

E este amor, com aquela meta unitiva que disse, age de maneira tão forte e tão contínua nas almas que parece como se não tivesse que fazer outra coisa mais que isso.

Por isso a alma, vendo isto, se encontrasse outro purgatório mais terrível para poder arrancar de si de maneira mais rápida esse impedimento, em seguida se atiraria nele, movida pelo ímpeto daquele amor tão consequente entre Deus e a alma.

 

Como Deus purifica as almas. Exemplo do ouro no crisol.

Vejo também que procede daquele amor divino em direção a alma certos raios e centelhas de fogo tão penetrantes e tão fortes que parece que deviam aniquilar não somente o corpo, mas a alma mesma, se isto fosse possível.

Estes raios têm dois efeitos: um, o de purificar; o outro, o de aniquilar ou consumir.

Veja o ouro: quanto mais o fundes melhor se torna; e tanto se poderia fundir que se aniquilaria nele toda a impureza.

Este efeito tem o fogo em todas as coisas naturais; mas a alma, como não se pode aniquilar e consumir em Deus, se aniquila e consome em si mesma; e quanto mais se purifica, tanto mais em si mesma se consome e aniquila para unir-se a Deus totalmente purificada.

O ouro, quando se purifica até vinte e quatro quilates, não se consome mais, por mais fogo que se ponha nele, porque não pode consumir-se senão o que nele é imperfeição ou escória.

Assim também faz o fogo divino com a alma. Deus mantém o fogo até que se consuma nela toda imperfeição e a conduza à perfeição dos vinte e quatro quilates (a cada alma, naturalmente, segundo o seu grau). E quando a alma já está purificada deste modo, fica toda ela em Deus sem conservar nenhuma coisa em si que seja propriamente sua. Seu ser é Deus.

Por isto, quando Deus está conduzindo a alma a si, purificada desse modo, fica a alma, então, impassível, porque não fica nada nela a ser consumido. Pois, se purificada como está, se mantivesse no fogo, este fogo não lhe causaria pena alguma; antes, bem lhe seria um fogo de amor divino, durável como de vida eterna, sem dano algum nem alguma contrariedade.

Extraído do livro O Purgatório – o que a Igreja ensina, do Prof. Felipe Aquino, 7ª edição. – Lorena: Editora Cléofas, 2010.

  >> Voltar ao Índice<<

 

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 5 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Maria Nossa Mãe, Maria Passa na Frente! http://levanta-te.net/oracoes/maria-nossa-mae-maria-passa-na-frente/ Wed, 23 Aug 2017 00:35:16 +0000 http://levanta-te.net/?p=1476 Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos, abrindo portas e portões, abrindo casas e corações. A Mãe indo na frente,  os filhos estão protegidos e seguem seus passos. Ela leva todos os filhos sob sua... Read More

O post Maria Nossa Mãe, Maria Passa na Frente! apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Maria Passa na Frente

Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos, abrindo portas e portões, abrindo casas e corações.

A Mãe indo na frente,  os filhos estão protegidos e seguem seus passos.

Ela leva todos os filhos sob sua proteção.

Maria, passa na frente  e resolve aquilo que somos incapazes de resolver.

Mãe, cuida de tudo que não está ao nosso alcance.

Tu tens poderes para isso.

Vai Mãe, vai acalmando, serenando e amansando os corações.

Vai terminando com dificuldades, tristezas e tentações.

Vai tirando teus filhos das perdições.

Maria passa na frente e cuida de todos os detalhes, cuida, ajuda e protege a todos teus filhos.

Maria, Tu é a Mãe e também a porteira.

Vai abrindo o coração das pessoas e as portas nos caminhos.

Maria, eu te peço, passa na frente e vai conduzindo, levando, ajudando e curando os filhos que precisam de Ti.

Ninguém pode dizer que foi decepcionado por Ti, depois de ter Te chamado ou invocado.

Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis.

Nossa Senhora, faço esta oração pedindo a Tua proteção. Amém!

 

Pai-Nosso e três Ave-Marias.

 

O post Maria Nossa Mãe, Maria Passa na Frente! apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 4 http://levanta-te.net/igreja/tratado-do-purgatorio-de-santa-catarina-de-genova-parte-4/ Thu, 17 Aug 2017 13:38:40 +0000 http://levanta-te.net/?p=1361   O inferno e o purgatório nos revelam a admirável Sabedoria de Deus. Assim como o espírito limpo e purificado não encontra lugar a não ser em Deus para o seu repouso, por haver sido criado para esse... Read More

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 4 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Purgatório

 

O inferno e o purgatório nos revelam a admirável Sabedoria de Deus.

Assim como o espírito limpo e purificado não encontra lugar a não ser em Deus para o seu repouso, por haver sido criado para esse fim, assim a alma em pecado não encontra outro lugar adequado para ela que não seja o inferno, que para este foi ordenado por Deus.

Por isso, naquele mesmo instante em que o espírito se separa do corpo, a alma vai só ao lugar, que lhe foi ordenado, sem que ninguém a guie, exceto aquela alma que conserve a natureza do pecado porque saiu do corpo em estado mortal.

Mas se a alma condenada não encontrasse no momento da morte aquela ordenação procedente da justiça de Deus, cairia em um inferno muito pior que aquele em que caiu, porque estaria fora daquela ordenação divina, a qual participa da divina misericórdia, que não lhe dá tanta pena quanto merece.

Por isso, não encontrando a alma lugar mais conveniente para ela, nem em outro que se encontra com menos dano que aquele que por ordenação divina se lhe oferece, se lança dentro, como encontrando nele seu lugar próprio.

Assim também, em relação ao purgatório, diremos que a alma, separada do corpo, ao não se encontrar com aquela pureza e nitidez com que foi criada e vendo em si o impedimento da culpa, que só pode ser quitada por meio do purgatório, rapidamente se lança nele de boa vontade.

Porque, se a alma não encontrasse aquela ordenação prévia para tirá-la de seu embaraço, naquele mesmo momento se geraria para ela um inferno pior que o purgatório: ao ver que não podia alcançar, pelo impedimento da culpa, seu fim divino; o qual importa tanto, que, em sua comparação, o purgatório não vale nada, ainda que, como foi dito, seja tão semelhante ao inferno; mas em comparação com ele é quase nada.

 

Necessidade do purgatório.

Mas ainda quero dizer-lhes: é o que vejo, que pelo que se refere a Deus, o purgatório n]ao tem nem sequer portas: tal que o que quer nele entrar, entra; porque Deus é todo misericórdia e tem sempre para nós os braços abertos para receber-nos em sua glória.

Mas também vejo que aquela essência divina é de tanta pureza e nitidez (e muito mais que se possa imaginar) que a uma mínima falta, se lançaria voluntariamente em mil infernos antes de poder encontrar-se na presença da Majestade Divina com aquela mancha.

E por isso a alma, vivendo o purgatório ordenado para purificar-lhe daquelas manchas, se lança dentro; e lhe parece encontrar nele uma grande misericórdia, pois vai poder tirar de si aquele impedimento.

 

Natureza terrível do purgatório.

A importância do purgatório não pode expressar a língua nem conceber a mente; pois ao mesmo tempo que se vê nele tanta pena como no inferno, se vê também que a alma, quando somente sente em si um mínimo traço de imperfeição, o recebe como misericórdia, como foi dito: não fazendo estimação do seu dano em comparação com aquela mancha impeditiva de seu amor.

E parece-me ver que a pena das almas do purgatório é maior, por ter visto nela mesma alguma coisa desagradável a Deus e por haver visto que esta coisa a fizeram voluntariamente contra tanta bondade; pois nenhuma outra pena pena sentem tanto como esta no purgatório. E é assim, porque estando em graça, veem a verdade e a importância do impedimento que não a deixam aproximar-se de Deus.

Todas essas coisas que digo são incomparáveis com aquilo outro que está gravado em meu pensamento (quanto foi podido compreender nesta vida); e são coisas tão difíceis estas, que a seu lado, toda outra visão ou palavra, ou sentimento ou imaginação, toda outra justiça, toda outra verdade, me parecem mentira e coisa de nada.

E ainda estou confusa por não saber encontrar palavras mais claras para dizê-los.

Extraído do livro O Purgatório – o que a Igreja ensina, do Prof. Felipe Aquino, 7ª edição. – Lorena: Editora Cléofas, 2010.

  >> Voltar ao Índice<<

 

O post Tratado do Purgatório de Santa Catarina de Gênova: Parte 4 apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Nada Mais Que Hoje – Música de Santa Teresinha http://levanta-te.net/musicas/nada-mais-que-hoje-musica-de-santa-teresinha-do-menino-jesus/ Mon, 26 Jun 2017 14:07:47 +0000 http://levanta-te.net/?p=1417 “Nada Mais Que Hoje”, música cuja letra é de autoria da própria Santa Teresa de Lisieux (Santa Teresinha do Menino Jesus), que foi extraída de um famoso poema da santa. Ela é cantada em português e francês, a... Read More

O post Nada Mais Que Hoje – Música de Santa Teresinha apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Nada Mais que Hoje

“Nada Mais Que Hoje”, música cuja letra é de autoria da própria Santa Teresa de Lisieux (Santa Teresinha do Menino Jesus), que foi extraída de um famoso poema da santa. Ela é cantada em português e francês, a língua que Santa Teresinha falava. A voz é de Flaviane Montenegro, e o vídeo é de autoria de Diego Belém. Acompanhe a letra a seguir:

Ma vie n’est qu’un instant, une heure passagère
Ma vie n’est qu’un seul jour qui m’échappe et qui fuit
Tu le sais, ô mon Dieu!
Tu le sais, ô mon Dieu!
pour t’aimer sur la terre je n’ai rien q’aujourd’hui!

Minha vida é um brevíssimo segundo
Minha vida é um só dia que escapa e que me foge
Tu bem sabes, oh meu Deus
Tu bem sabes, oh meu Deus
Para amar-Te neste mundo, não tenho nada mais que hoje

Oh! Te amo, Jesus, por Ti minh’alma aspira
Apoia-me docemente, por hoje aqui
Vem morar em mim, dá-me Teu sorriso
Rien, rien que pour aujourd’hui!

Minha vida é um brevíssimo segundo
Minha vida é um só dia que escapa e que me foge
Tu bem sabes, oh meu Deus
Tu bem sabes, oh meu Deus
Para amar-Te neste mundo, não tenho nada mais que hoje

Ah, deixa-me, Deus, em Tua face esconder-me
Para não ouvir o mundo fútil chamar
Dá-me Teu amor, conserva-me Tua graça
Rien, rien que pour aujourd’hui!

Minha vida é um brevíssimo segundo
Minha vida é um só dia que escapa e que me foge
Tu bem sabes, oh meu Deus
Tu bem sabes, oh meu Deus
Para amar-Te neste mundo, não tenho nada mais que hoje

Pão Vivo, Pão do céu
Divina Eucaristia
Oh Sacro Mistério, que o amor produziu
Vem morar em meu coração, minha branca Hóstia
Rien, rien que pour auhourd’hui!

Minha vida é um brevíssimo segundo
Minha vida é um só dia que escapa e que me foge
Tu bem sabes, oh meu Deus
Tu bem sabes, oh meu Deus
Para amar-Te neste mundo, não tenho nada mais que hoje

 

Ouça essa belíssima música:


Fonte: Músico da Luz

 

O post Nada Mais Que Hoje – Música de Santa Teresinha apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Pregão Pascal cantado na Vigília Pascal http://levanta-te.net/musicas/pregao-pascal-cantado-na-vigilia-pascal/ Sat, 15 Apr 2017 04:35:15 +0000 http://levanta-te.net/?p=443 Exultem os coros dos anjos, exulte a assembleia celestial E um hino de glória aclame o triunfo do Senhor Ressuscitado. Alegre-se a terra inundada da nova luz. O esplendor do Rei destruiu as trevas, destruiu as trevas, as... Read More

O post Pregão Pascal cantado na Vigília Pascal apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>
Exultem os coros dos anjos, exulte a assembleia celestial
E um hino de glória aclame o triunfo do Senhor Ressuscitado.
Alegre-se a terra inundada da nova luz.

O esplendor do Rei destruiu as trevas, destruiu as trevas, as trevas do mundo. (2x)

E se alegre nossa mãe, a Igreja, resplandecente da glória do seu Senhor
E que neste lugar ressoe unânime a aclamação de um povo em festa

O Senhor esteja convosco.
TODOS: Ele está no meio de nós.

Corações ao alto.
TODOS: O nosso coração está em Deus.
Demos graças ao Senhor nosso Deus.
TODOS: É nosso dever e salvação (2x).

Realmente é justo e necessário exaltar como o canto a alegria do espírito
E elevar um hino ao Pai todo-poderoso, e a seu único Filho Jesus Cristo.
Ele pagou por todos ao eterno Pai a dívida de Adão
E com seu sangue derramado, derramado por amor,
Cancelou a condenação do pecado.

Esta é a Páscoa em que é imolado o cordeiro.
Esta é a noite em que foram libertados nossos pais do Egito.
Esta é a noite que nos salva da escuridão do mal.

Esta é a noite, em Cristo venceu a morte, e dos infernos retorna vitorioso (2x).

Ó admirável condescendência do teu amor
Ó incomparável ternura e caridade
Que para resgatar o escravo, sacrificaste o Filho
Sem o pecado de Adão, o Cristo não nos teria resgatado

Ó feliz culpa que mereceu tão grande Redentor, ó feliz culpa!
Ó noite maravilhosa, que despojaste o Faraó e enriqueceste Israel.
Ó noite que destróis o pecado e lavas as nossas culpas.
Ó noite realmente gloriosa, que reconcilias o homem com Deus.

Esta é a noite, em Cristo venceu a morte, e dos infernos retorna vitorioso (2x).

Nesta noite, aceita Pai Santo, este sacrifício de louvor que a Igreja te oferece por meio dos ministros
Na liturgia solene deste Círio que é sinal da nova luz.

Nós te rogamos, Senhor, que este Círio oferecido em honra do teu nome brilhe radiante
Chegue a ti como perfume suave e se confunda com as estrelas do céu.
O encontre aceso a estrela da manhã, esta estrela que não conhece ocaso.
Que é Cristo teu Filho, Ressuscitado, Ressuscitado da morte.
Que é Cristo teu Filho, Ressuscitado, Ressuscitado da morte.

Amém, Amém, Amém.

Ouça o Pregão Pascal com a melodia do Caminho Neocatecumenal:

Violão: Daniel Bavilacqua Santos Romano. Órgão: Elias Pavan. Vozes: Daniel B. S. Romano e Elias Pavan.

 

O post Pregão Pascal cantado na Vigília Pascal apareceu primeiro em Levanta-te!.

]]>